E daí temos o Stencyl.
No Stencyl, a programação para cada um dos "atores" (personagens, itens, inimigos...) pode ser feita através de "behaviors", que são literalmente o comportamento que os atores e o cenário terão no jogo.
Para este game, programamos para a protagonista, ao se deslocar pelo cenário, possa fazer walljumps (pulos na parede) quando encosta nelas, podendo explorar de forma mais vertical o cenário, além de ter a possibilidade de se salvar caso caia em um buraco e esteja próxima a uma parede. Incluímos também a restrição de que ela só possa atacar se estiver no chão.
Para os inimigos, basicamente existem três behaviors. Um, usado para o inimigo de uma fase, baseada no filme Scharamouche, é de perseguir, parar e atacar a personagem principal. Os outros dois behaviors estão em inimigos de outra fase, baseada no filme Alien: o Oitavo Passageiro, na qual um behavior está ligado ao inimigo "ovo", o qual lança uma larva de alien em direção a personagem principal, e o outro é um robozinho, o qual atira na direção que está a personagem principal.
Também tem os behaviors que ficam ligados ao cenário do jogo, como o da câmera que irá seguir a personagem e o do HUD (heads up display), que indica a quantidade de life e de vidas que a personagem possui.
Lógica utilizada para a perseguição da personagem pelo inimigo.
Infelizmente, nem o melhor dos programadores conseguem prever que erros irão lidar no seu programa e isto é ainda mais agravado quando o programa utilizado é recheado de bugs como o Stencyl. Algumas vezes ele não carrega completamente todos os atores, outras vezes ignora colisões que foram bem estabelecidas no editor, enfim, os problemas que o Stencyl apresenta se mostram mais um infortúnio a mais que precisa ser lidado do que uma ferramenta de edição de jogos que possa ser utilizada no futuro de forma profissional. Ótima ferramenta de aprendizado, péssima ferramenta de edição.


































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